Mensagens
de auto-ajuda
A brasa solitária
Juan ia sempre aos serviços dominicais de sua congregação.
Mas começou a achar que o pastor dizia sempre as mesmas
coisas, e parou de freqüentar a igreja.
Dois meses depois, em uma fria noite de inverno, o pastor foi
visitá-lo.
“
Deve ter vindo para tentar convencer-me a voltar” pensou
Juan consigo mesmo. Imaginou que não podia dizer a verdadeira
razão: os sermões repetitivos. Precisava encontrar
uma desculpa, e enquanto pensava, colocou duas cadeiras diante
da lareira, e começou a falar sobre o tempo.
O pastor não disse nada. Juan, depois de tentar inultilmente
puxar conversa por algum tempo, também calou-se. Os dois
ficaram em silêncio, contemplando o fogo por quase meia-hora.
Foi então que o pastor levantou-se, e com a ajuda de um
galho que ainda não tinha queimado, afastou uma brasa, colocando-a
longe do fogo.
A brasa, como não tinha suficiente calor para continuar
queimando, começou a apagar. Juan, mais que depressa, atirou-a
de volta ao centro da lareira.
- Boa noite – disse o pastor, levantando-se para sair.
- Boa noite e muito obrigado – respondeu Juan. – A
brasa longe do fogo, por mais brilhante que seja, terminará extinguindo
rapidamente.
“
O homem longe dos seus semelhantes, por mais inteligente que seja,
não conseguirá conservar seu calor e sua chama. Voltarei à igreja
no próximo domingo.”

A boneca e a rosa
Eu me apressei dentro de uma loja de departamentos local para pegar
alguns presentes de natal de última hora. Olhei para todas
aquelas pessoas e queixei-me comigo mesmo: "Eu ficarei aqui
para sempre e ainda tenho muito o que fazer". O Natal estava
começando a se tornar uma maçada. Eu tipo que desejei
passar o Natal dormindo. Mas me apressei o melhor que pude no meio
de todas as pessoas em direção ao departamento de
brinquedos. Mais uma vez resmunguei comigo mesmo sobre os preços
de todos aqueles brinquedos. E imaginei se os netos iriam sequer
brincar com eles.
Eu me encontrava no corredor das bonecas. Pelo canto do olho vi
um garotinho, lá pelos seus 5 aninhos, segurando uma adorável
boneca. Ele continuou tocando os cabelos dela e a segurava com
tanta suavidade. Eu não me continha. Eu apenas continuei
olhando para garoto e imaginei para quem seria aquela boneca.
Eu vi o menino se virando em direção a uma mulher,
chamar sua tia pelo nome e dizer: "Você tem certeza
de que não tenho o dinheiro suficiente?"
Ela respondeu um pouco impaciente: "Você sabe que não
tem o dinheiro suficiente para isso."
A tia disse ao garotinho para não ir em nenhum lugar onde
ela teria que pegar algumas outras coisas e que estaria de volta
em alguns minutos. Então, ela deixou o corredor. O garoto
continuou a segurar a boneca.
Após um tempo eu perguntei ao menino para quem seria a
boneca e ele disse: "É a boneca que minha irmã tanto
queria para o Natal. Ela sabia que o Papai Noel a traria."
Eu disse a ele que talvez o Papai Noel pudesse levá-la.
Ele disse "Não, o Papai Noel não pode ir onde
minha irmã está... Eu tenho que dar a boneca para
minha mãe levá-la."
Eu perguntei a ele onde a irmã dele estava.
Ele olhou para mim com os olhos mais tristes e disse: "Ela
se foi para estar com Jesus. Meu pai disse que mamãe tem
que ir estar com ela.
Meu coração quase parou de bater.
Então o garoto olhou para mim novamente e disse, "Eu
disse ao meu pai para dizer a mamãe para não ir ainda.
Eu disse a ele para dizê-la para me esperar voltar do mercado."
Então ele me perguntou se eu queria ver a foto dela.
Eu disse a ele que adoraria.
Ele pegou algumas fotos que ele tinha tirado em frente da loja.
Ele disse:
"
Eu quero que minha mãe leve isto com ela então ela
jamais se esquecerá de mim. Eu amo muito a minha mãe
e desejo que ela não tenha que me deixar. Mas papai disse
que ela precisa estar com minha irmã."
Eu vi que o garotinho tinha baixado sua cabeça e tinha
ficado muito quieto. Enquanto ele não estava olhando eu
peguei minha bolsa e tirei um monte de notas. Eu perguntei ao garoto: "Vamos
contar aquele dinheiro mais uma vez?"
Ele ficou agitado e disse "Sim, eu sei que isso tem que ser
o suficiente".
Então eu juntei meu dinheiro ao dele e começamos
a contá-lo. Claro que era mais do que suficiente para a
boneca.
Ele gentilmente disse: "Obrigado Jesus por me dar o dinheiro
suficiente."
Então o garoto disse: "Eu tinha pedido a Jesus para
me dar o dinheiro suficiente para comprar esta boneca e então
mamãe pode levá-la com ela para dar a minha irmã.
E ele ouviu minhas preces. Eu queria pedi-lo o suficiente para
comprar para minha mamãe uma rosa branca, mas não
pedi, mas ele me deu o suficiente para comprar a boneca e a rosa
para minha mamãe. Ela ama tanto rosas brancas, mas tanto,
mas tanto.
Em alguns minutos a tia dele voltou e eu afastei meu carrinho.
Não pude evitar de pensar sobre o garotinho quando terminei
minhas compras em um espírito totalmente diferente daquele
de quando comecei. E continuo lembrando uma estória que
tinha visto no jornal alguns dias antes sobre um motorista bêbado
batendo o carro e matando uma garotinha e deixando em estado grave
sua mãe. A família estava decidindo quando remover
os aparelhos que a mantinham viva. Mas certamente esse garotinho
não pertencia àquela mesma estória. Dois dias
depois eu li num jornal que a família tinha desconectado
os aparelhos e a jovem mulher havia morrido. Não pude esquecer
o garotinho e fiquei imaginando se as estórias estavam de
alguma forma conectadas.
Mais tarde naquele dia, não pude me conter e sai para comprar
algumas rosas brancas e levá-las para a funerária
onde a jovem mulher estava. Lá, ela estava segurando uma
amável rosa branca, uma linda boneca e uma foto do garotinho
na loja. Eu sai de lá em lágrimas, minha vida mudara
para sempre. O amor daquele garotinho por sua irmã e sua
mãe era irresistível. E em um segundo um motorista
bêbado tinha rasgado a vida daquele garotinho em pedaços.

A Canoa
Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro
que atravessava as pessoas de um lado para outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
Companheiro, você entende de leis?
Não – Responde o barqueiro.
E o advogado compadecido:
É pena, você perdeu metade da vida!
A professora muito social entra na conversa:
Seu barqueiro sabe ler e escrever?
Também não – Responde o remador.
Que pena! – Condoi-se a mestra!
– Você perdeu metade da vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro preocupado, pergunta:
Vocês sabem nadar?
Não! – Respondem eles rapidamente.
Então é uma pena – Concluiu o barqueiro
– Vocês perderam toda a sua vida!”
"
Não há saber mais ou saber menos: Há saberes
diferentes!" Paulo Freire
Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
Cada uma delas tem algo diferente para nos ensinar...

A arte de ser feliz
Acorde todas as manhã com um sorriso. Esta é mais
uma oportunidade que você tem para ser feliz. Seja seu próprio
motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará.
Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!
Enumere as boas coisas que você tem na vida. Ao tomar consciência
do seu valor, você será capaz de ir em frente com
muita força, coragem e confiança!
Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu
arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.
Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina,
pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante
desenvolvimento pessoal e profissional, além disso o ajuda
a manter a dignidade.
Acredite, seu valor está em você mesmo. Não
se deixe vencer, não seja igual, seja diferente. Se nos
deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias
...
Conscientize - se que a verdadeira felicidade está dentro
de você. A felicidade não é ter ou alcançar,
mas sim dar. Estenda sua mão.
Compartilhe. Sorria. Abrace. A felicidade é um perfume
que você não pode passar nos outros sem que o cheiro
fique um pouco em suas mãos.
O importante de você ter uma atitude positiva diante da
vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que
isso produz maravilhosos efeitos colaterais.
Não só cria um espaço feliz para o que estão
ao seu redor, como também encoraja outras pessoas a serem
mais positivas.
O tempo para ser feliz é agora.
O lugar para ser feliz é aqui!

A arte da sobrevivência
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada
raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado
cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
-Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso
tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei
e caso ele não esteja melhor, será necessário
sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se
aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se
aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai
morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois,
três.
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
-Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã,
pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa!
Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal,
legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre
mais! Upa! Upa! Upa!!!
Você venceu, Campeão!!!
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no
campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa..."Vamos
matar o porco!!!"
Isso acontece muito dentro de uma empresa e ninguém percebe,
quem é o funcionário que merece o mérito pelo
sucesso. Saber viver e ser reconhecido é uma arte.
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